Uma mulher comprometida, mas destacada em trabalho em Paris, recebe uma carta do seu noivo João, que ficara na Argentina e que dizia o seguinte:
Querida Marta,
Já não posso continuar com esta relação.
A distância que nos separa é demasiado grande. Devo admitir que te fui infiel dez vezes, desde que te foste e creio que nem tu nem eu merecemos isto. Sinto muito.
Por favor devolve-me a foto que te enviei.
Com amor.
João
A rapariga muito ferida, mas de amor próprio sempre atento, pediu a todas as suas colegas de trabalho que lhe dessem fotos dos seus noivos, irmãos, amigos, primos, vizinhos.
Juntamente com a foto do João, incluiu dentro do envelope, todas as fotografias que tinha recolhido das colegas e enviou-lhas.
Além das fotos, juntou um breve recado que dizia :
João perdoa-me, mas não consigo lembrar-me de quem tu és; talvez o último? Por favor procura a tua foto no envelope e devolve-me as restantes.
Com amor.
Marta







Fotos de amigos meus, só o João é que não conheço.
p.s. meninas, limpem as dedadas do ecrã antes de sairem, por favor.
p.s.1 meninos, não vale cuspir, é que depois seca e custa-me muito a limpar.
