Não sou de destinos, sinas, e futuros pré-estabelecidos e esta forma de pensar e ser, fez-me com o tempo, desviar de algumas direcções, romper com umas e optar por outras.
Prefiro o acaso, a surpresa e as coincidências. Depois sigo a intuição.
No feriado dia 8, quando fui passear para o meu Chiado, tive um momento desses. Muito breve, mas intuitivo.
Parei para tirar esta fotografia na loja Gardénia, porque gostei do azevinho na portada e enquanto enquadrava a máquina e esperava que as pessoas passassem, houve alguém que parou no lado esquerdo e esperou que eu disparasse, sem se atravessar na minha objectiva.
Nunca olhei para ele, durante esse intervalo de tempo em que esperava para disparar, mas sabia-o ali. Parado à espera da minha fotografia. E só depois passaria.
Quando terminei a foto, olhei e vi-o alto e elegante, daqueles que ficam bem ao Chiado.
Obrigada, agradeci eu e sorri-lhe. Lembro-me perfeitamente. E segui a 'chiadar' com a família
Mas aquela figura, que eu nunca tinha visto antes, ficou-me presa à ideia durante ainda uns momentos.
Porquê? Intuição, pressentimento, alerta? Destino ou coincidência?
Não sei. O que eu sei, é que aquele homem que eu nunca vira até aquele dia, com quem eu nunca falara pessoalmente ou sequer ouvira a voz, era afinal um vizinho meu.
Alguém com quem eu falo todos os dias desde Março, às vezes mais de uma vez, alguém de quem já conheço muitos dos traços da personalidade e carácter, com quem discuto ideais, brinco, falo sério, critico ou estou de total acordo. Alguém com quem já tenho um certo à vontade, confiança e amizade.
Por isso, fiquei alguns instantes a pensar naquele fugaz primeiro encontro.
O mail que me enviou no fim do dia, confirmou a coincidência do momento.
E ainda bem, que quando eu olho, vejo sempre.
A minha intuição não me enganou, eu conhecia-o!
Vão lá, que ele conta a versão dele.
Prefiro o acaso, a surpresa e as coincidências. Depois sigo a intuição.
No feriado dia 8, quando fui passear para o meu Chiado, tive um momento desses. Muito breve, mas intuitivo.
Parei para tirar esta fotografia na loja Gardénia, porque gostei do azevinho na portada e enquanto enquadrava a máquina e esperava que as pessoas passassem, houve alguém que parou no lado esquerdo e esperou que eu disparasse, sem se atravessar na minha objectiva.
Nunca olhei para ele, durante esse intervalo de tempo em que esperava para disparar, mas sabia-o ali. Parado à espera da minha fotografia. E só depois passaria.
Quando terminei a foto, olhei e vi-o alto e elegante, daqueles que ficam bem ao Chiado.
Obrigada, agradeci eu e sorri-lhe. Lembro-me perfeitamente. E segui a 'chiadar' com a família
Mas aquela figura, que eu nunca tinha visto antes, ficou-me presa à ideia durante ainda uns momentos.
Porquê? Intuição, pressentimento, alerta? Destino ou coincidência?
Não sei. O que eu sei, é que aquele homem que eu nunca vira até aquele dia, com quem eu nunca falara pessoalmente ou sequer ouvira a voz, era afinal um vizinho meu.
Alguém com quem eu falo todos os dias desde Março, às vezes mais de uma vez, alguém de quem já conheço muitos dos traços da personalidade e carácter, com quem discuto ideais, brinco, falo sério, critico ou estou de total acordo. Alguém com quem já tenho um certo à vontade, confiança e amizade.
Por isso, fiquei alguns instantes a pensar naquele fugaz primeiro encontro.
O mail que me enviou no fim do dia, confirmou a coincidência do momento.
E ainda bem, que quando eu olho, vejo sempre.
A minha intuição não me enganou, eu conhecia-o!
Vão lá, que ele conta a versão dele.
* frase de mendes de carvalho