É assim como eu o prefiro. No Inverno. Quando o mar é cheio de si e vazio de nós, como a natureza o fez. Quando lhe distingo o som, o cheiro e as correntes, que deixam diferentes desenhos de espuma branca na areia.
Sei que no final da tarde depois de arrefecer, o mar me vai mandar embora e continuará a fazer companhia ao céu e às nuvens, que começarão a ser batidas em chantilly e cobertas de um morno e espesso amarelo doce de ovos, pingado pelos últimos raios que o sol ali derramou, quando se veio despedir do dia.
E onde ainda lambuzei por completo o meu olhar.
E onde ainda lambuzei por completo o meu olhar.
Quê?
Não sabiam que as receitas da ancestral doçaria conventual, é inspirada nos esquissos aromáticos que surgem nos céus de Inverno?
Não sabiam que as receitas da ancestral doçaria conventual, é inspirada nos esquissos aromáticos que surgem nos céus de Inverno?
