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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

... um não sei quê, que nasce não sei onde, vem não sei como e ...

foto alex maclean obvious

Estranha, esta sensação de reler o que escrevi há uma semana atrás, ou ontem, ou agora mesmo, e ficar a pensar de que forma as palavras que estão ali, me vieram parar ao espírito num sopro ou num estalo.
De súbito, fico a ler outro eu que não sou, outro ser que já fui, há um minuto apenas.
Outra personagem, outra entidade, outra pessoa e depois outra e outra e mais outra ainda.
E apetece-me conhecer as demais, que virão por aí.
É ele que me diz, somos tantos, cada um de nós é tantos.
Frase que me serve como uma pele, como ainda nenhuma outra me serviu.


(Espero ter respondido a algumas dúvidas, observações e perguntas que me 'colocaram' nos últimos dois posts. É que por vezes, nem eu sei).