segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

do que vai por aqui


Foi por acaso que comecei, mesmo muito por acaso. Já espreitava por aqui e ali, uns mais que outros e era até fã de dois ou três, mas pensar em iniciar um blog meu, a sério, ainda não, não era para mim. Criar um blog? Como, para quê, porquê, para quem?
Como criá-lo, é mesmo uma questão de breves minutos, mais rápido é impossível. As mariquices e a bagagem de cada blog dependem depois da paciência de cada um.
Agora, para quê, porquê e para quem?
Fácil.
Para mim.

E tive essa sensação logo nos primeiros posts. Não só nos textos que já escrevi ou nas imagens ou vídeos que já coloquei, mas naqueles que ainda vou escrever!
Estranho, não?
É claro que gosto do feed-back, que me leiam, que me comentem, que me visitem. Mas quando isso não acontece o gozo não se perde, não diminuí, não cai.
Por enquanto.
Porque quando escrevo estou a conversar comigo, com a minha cabeça, com o que se passa aqui dentro e que afinal não queria cá ficar.

Estou atenta, observo-me, ouço-me e respondo-me.
Leio-me e releio-me.
Falo sózinha.
E a última vez que fiz isso ainda brincava com bonecas, queria ser acrobata de circo quando crescesse e os meus sonhos eram como as cores dos caleidoscópios.

4 comentários:

claudia disse...

...acabam por ser " desabafos " contigo mesma!
bjos

apzoo disse...

...lembro-me dessas bonecas, aliás, lembro-me também dessas cores raiadas de...

Até breve.

Pinoka disse...

Aqui está a prova em como conseguimos outra vez ser crianças nem que seja numa coisa simples. E é tão bom…

Helena Bernardo disse...

Bolg para quê? Blog o quê? Também nunca tinha pensado nisso...até que tu me desafiaste...lembrada? Pois é...já criei o meu e o sentimento é partilhado...vai-se escrevendo o que nos dá na real gana...encontra-me!!!